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Mônica Hoff
O barro toma a forma que você quiser. Você nem sabe estar fazendo apenas o que o barro quer”, dizia o poeta Paulo Leminski. Ayla Tavares sabe disso. “Esse barro que eu toco está aí há milhões de anos”, afirma a artista ao falar sobre sua relação com a cerâmica.
Aldones Nino
Ayla Tavares’ work has unfolded in the direction of multiple experiments related to the physical qualities of artifacts and multitemporal ergonomic activations. Since the performance records the opaque body and the luminous object (2017), a video where she seeks to recover through bodily activation, an elusive image of past times.
Andressa Rocha
Tal como afirma Pedro Paulo Gómez², “a colonialidade do poder, uma categoria elaborada por Aníbal Quijano (1999), permite mostrar que existe uma continuidade entre o passado colonial e o presente pós-colonial nos processos de representação de sujeitos coloniais”
Clarissa Diniz, Brígida Baltar, Ana Miguel
Ayla Tavares has been interested in phenomena, images and senses that occur in time – like light, waiting, nightfall, paths, fossils.